
Faltam pouquíssimas semanas para terminarmos o ano de 2023. Para alguns este ano foi de grandes realizações e para outros foi um ano que deveria ter passado ainda mais rápida, e a verdade é que todos nós vivenciamos momentos em que nos dividimos entre essas duas opiniões. E, obviamente, fora do nosso contexto particular, o mundo continua passando por situações muito difíceis e um dia fará parte dos livros de história.
Quando o ano está acabando temos a falsa ilusão que tudo irá recomeçar muito melhor logo no primeiro dia do ano, e este editorial também serve para quem está escrevendo este texto, porque este também é um sentimento meu.
A verdade é que todos nós somos direta e indiretamente influenciados por essa falsa ilusão que temos do início do ano. Que teremos novas ideias, que o trabalho vai melhorar ainda mais e que a vida pessoal vai deslanchar e por fora ainda temos o hábito de escrever novas metas a cada novo ano mesmo ainda não cumprindo muitas metas do ano anterior.
Não somos culpados por isso da forma que acreditamos ser, com um novo ano, se já somos adultos, um novo ano significa que estamos ficando cada vez mais maduros e que precisamos nos empenhar para mostrar cada vez mais qualidade de vida e que temos cada vez mais sucesso.
Na verdade, devíamos aprender a cada início do ano colocarmos a cabeça no lugar e analisarmos o que precisamos deixar para trás e aquilo que devíamos tentar realizar. Não é tudo nessa vida que devemos insistir.
Que em 2024 possamos aprender e a respeitar os nossos e o limite do próximo.
Atenciosamente,
Jornalista, fotógrafa e escritora do conto “Uma visita para Tuti.“





















