
A internet está cada dia mais se afundando em conteúdos rasos de pessoas que estão evitando a utilização da própria inteligência e classe para algo útil e produtivo para o próximo e até mesmo para si, vemos conteúdos de pessoas que estão diariamente na internet julgando as roupas, o estilo e a forma de ser das pessoas, mesmo que essas pessoas não possuam uma condição financeira tão elevada para vestir ou frequentar lugares de elevado nível social, ou não possuir uma criação da” extirpe tão valorizada”.
Conteúdos que julgam a forma do outro de se vestir, de falar, sorrir não agrega em nada quando o discurso é a elegância do próximo e aqui estou escrevendo sobre a elegância não comprada, aquela que parte da criação e sejamos justos que a crianção regada aos maiores luxos não compra o caráter de ninguém.
O ruim além desse tipo de conteúdo além das pessoas que produzem é o tanto que consomem e concordam com o julgamento alheio.
Se vangloriar da próxima ‘elegância’ para julgar a forma em que a pessoa do lado se veste, fala, sorrir ou como ela vive na intimidade ao lado de pessoas que ela ama e convive ou como ela se porta em qualquer meio social sem estar atrapalhando ou prejudicando qualquer outro ser, só nos mostra sermos incapazes de amar quem não nos convêm
Atenciosamente,
Jornalista e escritora do conto “Uma visita para Tuti”,.






















