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Atividades ao ar livre: Psicóloga Brenda Ramos explica os benefícios desta prática

Foto: Lane Sousa.

Em uma sociedade tão já acomodada com a tecnologia e o seu comodismo que fazem com que tenhamos prazer momentâneo mesmo entre as quatro paredes de um cômodo, pessoas buscam a realização de atividades fora de casa, seja um esporte, um hobbie, sair com a família, amigos ou até mesmo sozinho(a) para ler, comer, fazer compras, etc.

Conforme a Psicóloga Brenda Ramos, a prática de se realizar atividades ao ar livre tem um impacto positivo na saúde mental “A simples exposição à luz solar contribui para regular o sono e melhorar o humor, já que estimula a produção de substâncias como a serotonina. Além disso, caminhar, praticar esportes ou mesmo sentar em um espaço verde para ler ou conversar ajudam a reduzir sintomas de estresse e ansiedade.” destacou a profissional.

Psicóloga Brenda Ramos. Foto: Redes sociais.

A psicóloga também ponderou que a prática de sair de casa para realizar alguma atividade também possui um efeito simbólico. “Quando saímos de casa, rompemos a rotina imediata e nos colocamos em movimento. Isso amplia a sensação de liberdade, nos aproxima da natureza e favorece novas experiências. O ar livre, de certa forma, “abre espaço” para a mente respirar com o corpo. Não é a toa que sempre recomendo aos pacientes que acompanho.”

Porém, existem pessoas que sentem a necessidade de também estar próxima a outras pessoas enquanto realizam atividades ao ar livre, de acordo com a Psicóloga Brenda Ramos “Sobre estar acompanhado nesses momentos costuma potencializar os benefícios de forma muito evidente. O ser humano é naturalmente relacional, e dividir experiências fortalece vínculos, gera apoio emocional e dá sentido ao que vivemos. Uma caminhada, uma conversa ou até mesmo contemplar o pôr do sol ao lado de alguém pode se tornar muito mais marcante.

Por outro lado, é importante lembrar que também existe valor no estar só. Muitas pessoas encontram nos momentos de solitude um espaço de reconexão consigo mesmas, de autorreflexão e descanso mental. O ideal é respeitar a própria necessidade: há dias em que o compartilhamento é essencial, e outros em que o silêncio consigo mesmo é mais restaurador e, inclusive, necessário.”

Foto: Ilustrativa.

Para finalizar, a psicóloga também como a prática pode começar a ser realizada pelas pessoas que sentem certa dificuldade em sair de casa para pelo menos socializar

“É um desafio real para muitas pessoas, e não deve ser visto como fraqueza. O mais indicado é começar de forma gradual e respeitando os próprios limites. Em vez de pensar em grandes compromissos sociais, é possível dar pequenos passos: sair para tomar ar na porta de casa, caminhar pelo quarteirão ou visitar um lugar conhecido por poucos minutos, passear com um bichinho de estimação…

Outra estratégia é unir a saída a algo prazeroso. Se a pessoa gosta de música, pode começar com um evento pequeno; se prefere a natureza, um passeio em um local tranquilo pode ser mais confortável. Sair acompanhado de alguém de confiança também traz segurança.

E quando essa dificuldade passa a comprometer de forma significativa a rotina ou o bem-estar, procurar ajuda profissional é fundamental. A terapia oferece um espaço seguro para compreender as causas desse bloqueio e construir recursos.

 

 

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SOBRE LANE SOUSA

Lannielle Araújo de Sousa conhecida como “Lane Sousa” é uma jornalista formada pela Universidade de Ciências e Tecnologia do Maranhão – Unifacema.

Atua nas áreas de jornalismo digital e radialismo. Deste 2020 comanda o podcast de entrevistas e entretenimento o “Falando sobre isso”.

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Foto: Divulgação.
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