
É perceptível o aumento visível de casos de ansiedade e depressão na última década pela geração z (nascidos entre 1997 e 2010). Com os casos aumento é ainda mais perceptível enxergar uma juventude mais deprimida.
O psicólogo Ronaldo Oliveira explica que o motivo para os jovens estarem mais deprimidos na última década possa ser por vários fatores, porém cabe ressaltar que nas décadas passadas, como nos anos 80, com nossos pais e os nossos tios a pauta sobre ansiedade e depressão não era data com tanta importância e que não era um assunto comentado.
“Só que nos últimos tempos a gente tem cada vez mais jovens adolescentes falando sobre saúde mental transtornos mentais, então com certeza isso foi um dos fatores que levaram esses jovens a procurar ajuda a realmente saírem e falarem nas redes sociais como se sentem porque antes não tinha. Essa liberdade de falar sobre transtornos mentais, de falar sobre a depressão, de falar sobre a ansiedade. Outro fator que de certa forma tem uma correlação é a internet, a gente sabe que a internet é muito, ela pode ser muito benéfica, mas ao mesmo tempo é prejudicial se não existir um equilíbrio”. Destacou o psicólogo.

Ainda de acordo com o psicólogo, a internet pode ter seus malefícios quando tratamos sobre comparações, ao acompanharmos uma pessoa pelas redes sociais e termos uma falsa impressão que a vida do outro é perfeita e querer para nós algo assim. Outro fator importante também é que a pandemia também foi prejudicial nos aumentos de casos de ansiedade e depressão, por quê os jovens tiveram as suas rotinas alteradas.
O psicólogo Ronaldo Oliveira também explica que um dos fatores também é toda a pressão que os jovens tem, como uma difícil relação com os pais, a pressão para passar no vestibular, entrar em uma boa faculdade, encontrar um bom emprego e estar em um bom ciclo social.
“Que tenham uma conversa aberta com os pais, que procure ajuda psicológica, procure uma rede de apoio, desenvolva o autoconhecimento, as emoções seus sentimentos em espaço de acolhimento e sem julgamento”. Destacou o psicólogo.
Em relação a como os pais podem ajudar nessa fase, ele explica que os pais e responsáveis devem ouvir e acolher sem julgar estes jovens e que os jovens devem trabalhar o autoconhecimento e a resiliência no dia a dia e que tirarem um tempo pra si, praticando novas atividades, exercícios físicos, encontrar um novo hobbie, ter uma boa alimentação auxilia também na diminuição dos casos de ansiedade e depressão.






















